1 de janeiro de 2009

Aprender com os outros

Andei durante anos a festejar as passagens de ano porque sim, porque é suposto haver aquela coisa da festa, dos amigos, do champanhe, das batatas fritas de pacote, dos copos até às tantas, da música e das ressacas no primeiro de Janeiro. Durante todos estes anos cumpri com as tradições quase todas (não me façam comer passas!), acompanhei as contagens do relógio, saltei à meia noite, distribuí beijos e abraços, desejei e recebi votos e mais votos de bom ano novo, fiz muitos brindes e dancei e ri e chorei. Esta festa tem esta duplicidade de ser uma coisa em grande se olharmos para o nosso ano e de ser uma coisa banal e repetida se olharmos para a nossa vida. Mas esta festa só é uma coisa em grande por ser banal e repetida, por ter esse potencial de ser uma noite como outra qualquer. Talvez só tenha tomado consciência disto ontem. E foi preciso fazer uma tarde de limão merengada! Obrigada princesa.

2 comentários:

Joana Oliveira disse...

Eh pa ja tava para deixar aqui mensagem desde que soube que tinhas um blog (literalmente ha umas semanas atras aquando do meu regresso a terras da digna Lusitania). Minha Princesa linda vou acompanhar assiduamente esses pensamentos femeninos...estaremos um pouquinho mais perto! Beijos tao grandes quanto a circunfrencia da terra. Joana

vanda disse...

o meu comentário tbm chega c o seu atraso. só eu quem tem mt a aprender contigo... e o teu post q vem a seguir a este sobre cm sentir sol num dia de Inverno só prova essa tua sensibilidade e sabedoria fora de série e o qt tu és fonte de inspiração p as energias da tua entourage!!!
abraço da cati